terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Como as crianças desenvolveram.

É interessante quando elas começam a socializar narrando  histórias ou até mesmo fatos do cotidiano.
No começo esta aluna era tímida,com o passar do tempo,melhorou bastante inclusive a mãe dela ficou muito surpresa quando soube que a referida aluna,se expressava na sala desse modo.

Culminância do Projeto Contando e Recontando Histórias

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Poema

Se voce ler um poema
bem brincalhão,
gostoso como sorvete,
cheiroso
cheiroso como maçã,
som brincando com som,
dando vontade de cantar,
bote a boca no mundo,
não o guarde só pra você.

Espalhe cópias pela cidade
pra todo mundo cantar junto
numa risonha ciranda.

Poema espalhado,
prazer dobrado.
Elias José

Deficiência Auditiva





                                                                                                                                                             


 


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO
Tutora: MIRIAN MIRNA
Cursista: Rosilene Prata Pantoja

Deficiência Auditiva
Segundo dados da OMS A Deficiência Auditiva é classificada como: normal, perda leve, moderada, severa e profunda. Esta deficiência ocupa o terceiro lugar no Brasil.
Sendo que a surdez severa e profunda impede que o aluno adquira, naturalmente, a linguagem oral.
Apesar da legislação brasileira ao longo dos anos proporem leis, emendas e artigos referentes aos direitos dessas pessoas ainda há muito que se lutar para que tais cidadãos sejam contemplados com esses direitos. Pois a cultura brasileira   não foi preparada para conviver com diferenças individuais, percebemos através de relatos que nos países desenvolvidos as deficiências de modo geral andam lado a lado.
Enquanto aqui no Brasil teoricamente tudo é perfeito. Discorrendo sobre a LDB (9394/96) , hoje já são atendidos alunos portadores de necessidades especiais.Será que realmente este aluno  está sendo atendido de acordo com a legislação e suas necessidades especiais?


O parágrafo 1º do Artigo 153 da Constituição Brasileira estabeleceu que: Todos são iguais perante a Lei...
Todavia a legislação vigente de 2002 reconheceu que os  deficientes auditivos são  cidadãos com potencialidades capazes de compreender tudo o que está ao seu redor, além do reconhecimento da LIBRAS como um sistema linguístico capaz de desenvolve los.  
E desse modo a resolução nº 492, de 21 de março de 1975: dispõe sobre a concessão de carteira nacional de habilitação aos portadores de deficiência auditiva.
A Declaração de Salamanca aborda princípios em que promovem a inserção das várias deficiências de modo que estes se integrem na sociedade, visando ao bem estar físico emocional e profissional.
No caso dos deficientes auditivos deve ser priorizada a linguagem de signos como meio de comunicação favorecendo assim a integração com o mundo ao redor.
Sendo que a linguagem de sinais promove possibilidades de constituição de significado, cumpre um papel significativo no desenvolvimento lingüístico, cognitivo e emocional dos alunos surdos, não podendo ser ignorada pelo professor em qualquer ato de interação com eles.
Hoje há recursos tecnológicos, softwares apropriados que visam contribuir com o processo ensino-aprendizagem de alunos surdos, além que a mídia pode promover a superação e a integração de pessoas portadoras de deficiência na sociedade, mas é primordial que todos façam a sua parte.
Para que realmente a educação seja direitos de todos, porém há entraves que dificultam por exemplo quando não existem pessoas qualificadas a atender tal clientela; não me refiro só aos professores, mas todos aqueles que fazem parte do contexto escolar desde o porteiro, professor ,gestores enfim todos aqueles que lidam com estes no dia a dia.

Por fim, não só a deficiência auditiva, mas todas as deficiências sejam reconhecidas como heterogeneidade e da diversidade, sejam reconhecidas por todos, para isso requer se o engajamento de todos; vemos que leis teoricamente estão lindíssimas no papel; mas o que vale é a prática porque muitos ainda hoje se sentem obrigados a desistir de aspirações pessoais e profissionais. Por falta de ser cumprida o que esta na legislação.
Então se faz necessário que: autoridades governamentais, pais, comunidade escolar e todos de maneira geral possam desenvolver políticas educacionais que venham contemplar adaptações curriculares e metodológicas a fim de priorizar as potencialidades desse educando,favorecendo interação aluno-meio.
Referências
 MAGALHÃES Rita Reflexões sobre a diferença:uma introdução à educação especial.(organizadora):Ana Maria Vieira Lage...[ ET al]- 2.ed.,ver.-Fortaleza: Edições Demócrito Rocha,2003.
SALAMANCA-Declaração Sobre Princípios ,Políticas e Prática em Educação Especial.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

narração

A narração é uma arte que diverte ensina ,educa,estimula a leitura.Elias José